Autor- Welington Rodrigo
Em dias em que pensei ser forte, rasguei- me a carne a procura de minha alma. Chorei de tédio e não de dor, preso em meus bons pensamentos, mesmo sabendo que minha realidade era cruel.
Precisava de aventura, perigo ou de apenas um amigo, ou então de um desconhecido para me escutar. Não sentia frio e, mesmo assim me escondia dele, não temia o sol e, mesmo assim me privava dele, não sonhava mesmo passando tanto tempo dormindo.
Acho que a culpa de tudo isso foi a derrota, pois ela não largava minhas mãos e junto com a solidão nós formávamos o famoso trio de ouro.
Em cânticos tristes e melancólicos ao ritmo da gaita, trilhava minha sonora vida. Refrões repetidos era minha monótona e circulante passagem pela a Terra. Talvez aja uma estrela em minha vida, talvez brilhe o sol em minha janela, talvez um dia alguém não me diga que somos apenas amigos, talvez alguém me acerte o alvo e acabe logo com isso.
Em dias em que pensei estar tudo acabado, então amanheceu o dia, tomei um forte café preto, abri a janela e fiz uma linda poesia. Que falava sobre o sol, flores, amores, sentimentos e alegrias.
Sentimentos a qual eu não mais me deixo dominar, é perigoso é fraqueza, é poder de matar a razão, então não se deixe levar pela emoção. O coração é cego, o sangue esquenta e esfria o corpo, amolece a carne e peca ao dono.
Aventura é viver de emoção, esconder a razão e fingir fechar os olhos, sentar na garupa do coração e ver qual o destino que te esperar, sem se preocupar, sem se importar com o caminho, sem ter medo do perigo. Poderei eu não ser, não ter, não ver...?
As águas que hoje caiu, levou o medo, a tristeza e o vazio, lavou minha alma, regou as arvores, mas também destruiu; Nem tudo que é bom pra você pode ser bom para mim!
Às vezes me sinto como um capacete de um piloto KAMIKAZI; Não precisam nem refletir sobre isso, você também seria um inútil.
E às vezes me vejo no topo do pódio, com uma mão em meu peito e com a outra seguro firme a bandeira de meu país, em meio a choros e soluços cantando o hino da minha pátria mãe gentil, e celebrando minha vitória. São esses os dias em que me vejo derrotado por minhas emoções e, abandonado por minhas razões.
Em dias em que pensei ser forte, rasguei- me a carne a procura de minha alma. Chorei de tédio e não de dor, preso em meus bons pensamentos, mesmo sabendo que minha realidade era cruel.
Precisava de aventura, perigo ou de apenas um amigo, ou então de um desconhecido para me escutar. Não sentia frio e, mesmo assim me escondia dele, não temia o sol e, mesmo assim me privava dele, não sonhava mesmo passando tanto tempo dormindo.
Acho que a culpa de tudo isso foi a derrota, pois ela não largava minhas mãos e junto com a solidão nós formávamos o famoso trio de ouro.
Em cânticos tristes e melancólicos ao ritmo da gaita, trilhava minha sonora vida. Refrões repetidos era minha monótona e circulante passagem pela a Terra. Talvez aja uma estrela em minha vida, talvez brilhe o sol em minha janela, talvez um dia alguém não me diga que somos apenas amigos, talvez alguém me acerte o alvo e acabe logo com isso.
Em dias em que pensei estar tudo acabado, então amanheceu o dia, tomei um forte café preto, abri a janela e fiz uma linda poesia. Que falava sobre o sol, flores, amores, sentimentos e alegrias.
Sentimentos a qual eu não mais me deixo dominar, é perigoso é fraqueza, é poder de matar a razão, então não se deixe levar pela emoção. O coração é cego, o sangue esquenta e esfria o corpo, amolece a carne e peca ao dono.
Aventura é viver de emoção, esconder a razão e fingir fechar os olhos, sentar na garupa do coração e ver qual o destino que te esperar, sem se preocupar, sem se importar com o caminho, sem ter medo do perigo. Poderei eu não ser, não ter, não ver...?
As águas que hoje caiu, levou o medo, a tristeza e o vazio, lavou minha alma, regou as arvores, mas também destruiu; Nem tudo que é bom pra você pode ser bom para mim!
Às vezes me sinto como um capacete de um piloto KAMIKAZI; Não precisam nem refletir sobre isso, você também seria um inútil.
E às vezes me vejo no topo do pódio, com uma mão em meu peito e com a outra seguro firme a bandeira de meu país, em meio a choros e soluços cantando o hino da minha pátria mãe gentil, e celebrando minha vitória. São esses os dias em que me vejo derrotado por minhas emoções e, abandonado por minhas razões.
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