Oh Homem Gabiru,
sem nome e sem rosto,
Vazio e sem gosto, caminha lentamente ao lado sujo do poço.
Dividido entre a vontade de viver e o medo de sofrer,
Caminha a esmo, correndo ao desgosto.
Pobre Homem Gabiru,
tropeça nas pernas até parece que é um cocho,
Mas é só o desastre na Terra,
pior que um cocho.
Demasiado Gabiru,
demasiado de nada,
mas alegra a todos com suas atrapalhadas
trapaça nas cartas e se acha o máximo,
alegra-se com pouco e se esconde do nada.
Frenético Gabiru,
que troca seus olhos por um pouco de risada
um pouco rebelde, mas sempre diplomata.
Oh Homem Gabiru,
te fere e te mata!
desgraça ou bobagem, sempre apaixonado.
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